O que devo fazer para criar uma rotina?

Um hábito não é algo permanente na vida das pessoas. É pena que muitos de nós acreditemos que hábitos não podem ser mudados e preferem usar a desculpa do tipo "ah, eu sou assim mesmo!"


Se a sua mesa de trabalho é bagunçada, não é porque você é bagunçado, desorganizado. Você só necessita criar uma rotina para que ela não fique assim. O problema é que passamos a dizer para a nossa mente "como sou desorganizado" e "nossa, não tenho como organizar esse monte de papel", ou ainda "jamais vou conseguir ser organizado". Rapidamente, o que é apenas um hábito seu, começa a ser percebido como um traço da sua personalidade: bagunçado, desorganizado.

Se você enxerga com pessimismo alguma novidade, notícia, não é porque você é pessimista, é apenas um hábito e não sua personalidade. Contudo, como você insiste em dizer para si mesmo "sim, sou um azarado mesmo" e "sinceramente, isso não vai dar certo", ou ainda, "essa notícia vai acabar com meus negócios", sua mente acredita que sua característica mais marcante – pessimismo – é você, e não somente um hábito.

Se, todas as manhãs quando acorda você diz: "lá vou eu, mais um dia de desgraça, de sofrimento. Lá vou eu para aquela empresa, aquele ninho de cobra...", isso não é você, é apenas um hábito, porém, que pode levá-lo a um enfarte fulminante!

Do que precisamos para mudar esses hábitos?

Apenas de um pouco de rotina saudável. A rotina tem seu lado positivo. Se você quer arrumar, por exemplo, sua mesa, que vive bagunçada, basta fazer o seguinte: "todo fim de tarde, por dez minutos, vai arrumar o que puder na sua mesa". Ao acordar, em vez de lamentar pelo dia que nasce, faça uma prece e agradeça por estar vivo. Imagino que muitos dos que estão na lista dos obituários nos jornais, se pudessem, queriam estar no seu lugar.

É só isso que preciso para mudar meus hábitos?

Sim, é somente isso! Se você persistir por mais que três ou quatro semanas, essa rotina se tornará seu novo hábito, mas, lembre-se, não irá se tornar você, mas apenas um hábito que, se você não tomar cuidado, pode retornar ao hábito ruim.

Entretanto, algumas rotinas devem ser evitadas. Segundo renomados cientistas e pesquisadores, não devemos condicionar o cérebro a fazer sempre as coisas do mesmo jeito, pois ele pode "enferrujar" e deixar de aprender, inclusive, trazer problemas como a perda da memória.

Certamente, para muitas áreas da nossa vida a rotina é profícua. Sugiro que criemos boas rotinas, como a de arrumar durante alguns minutos nossas atividades diárias na empresa, as nossas visitas a clientes, organizar uma lista com as atividades do dia seguinte, das ligações a fazer, separar tarefas que podemos delegar. E, também, devemos não cair na rotina de reclamar sempre das coisas, não aceitar ideias, ficar desmotivado diante das dificuldades.

Tenho certeza que mais de noventa por cento de tudo que é tentado ensinar às pessoas elas já sabem. A diferença é que, ou elas não aplicam nada do que sabem, ou esquecem rapidamente. Não parece que acontece isso com você? Cuidado, isso pode virar uma rotina ruim!

Este post é uma adaptação do blog Administradores.

Como está a Saúde Financeira e como Cortar Custos em sua empresa

Primeiro é necessário você fazer algumas perguntas, básicas para entender a saúde financeira da sua empresa:

1. Será que tenho dinheiro suficiente para pagar minhas contas?
Quando você parar para pensar em todas suas contas fixas mensais, perceberá que gasta muito dinheiro com elas. Revisá-las te ajudará a cortar algumas dessas despesas, ou então transformá-las em custo variável.

2. Eu tenho muito dinheiro a receber que não entra no caixa?
Será que os pagamentos estão atrasando? Ou será que você anda concedendo crédito a clientes que não deveria?

3. Será que eu tenho estoque suficiente para atender demandas futuras?
Faça um controle detalhado sobre seu estoque.

4. Estamos com o estoque sobrecarregado?
A maioria das empresas chega a esse ponto cedo ou tarde. Se seu estoque está muito cheio, é hora de fazer uma análise detalhada das saídas e entradas para entender porque isto está acontecendo e pensar em soluções imediatas tais como: colocar certos itens em promoção ou até cancelar a compra de alguns desses itens.

5. Minhas vendas estão saindo de acordo com minhas projeções? Se não, porque isso está acontecendo e o que precisa ser feito para corrigir esse problema?
Ao começar uma empresa, pode chegar um momento em que você tem a impressão de estar “andando em círculos”, já que as vezes não tem tempo suficiente para suas obrigações diárias. Enquanto lida com essa síndrome, você deve estar sempre atento aos números, isso te ajudará a prevenir possíveis crises, antes mesmos que elas aconteçam. A maioria das empresas vão a falência por falta de dinheiro. Vamos prevenir isso.

Neste momento pode ser necessário cortar custos, e agora temos algumas dicas de como realizar estes cortes.
1. Comece pelos fornecedores
A melhor maneira de começar a diminuir as despesas é negociar na hora das compras, e ao mesmo tempo dimensionar corretamente qual o volume que será comprado e estocado. Isso permite mais rapidez de giro e é essencial para manter o caixa equilibrado. Por isso, não deixe as negociações nas mãos somente dos encarregados das compras.

2. Eleja um vilão
Alguém tem que ser “chato”. Pode ser o presidente da empresa, um funcionário escolhido para fazer isso, ou até um consultor especialmente contratado para a função. Essa pessoa fará o trabalho de avaliar minuciosamente o custo de cada operação e cada item comprado, principalmente aqueles com maior volume, e definir limites aos preços cobrados pelos fornecedores.

3. Organize concorrências
Quando for adquirir os itens que pesam mais no caixa da empresa, promova uma concorrência entre os fornecedores pelo menos uma vez por ano. Se você simplesmente disser a cada um deles que está fazendo uma concorrência, o efeito é o mesmo.

4. Esgote seus estoques
Estabeleça um padrão para os pedidos conforme o estoque, para que as compras sejam feitas somente quando o estoque for o mais baixo possível. Isso vale para suprimentos de escritório, matéria-prima ou mercadorias para venda. É muito comum encomendar mais do que o necessário, por precaução. Isso enfraquece o fluxo de caixa.

5. Reconsidere os gastos com equipamentos
Antes de trocar os computadores, não pense duas vezS três. Certifique-se de que a troca é mesmo uma necessidade. O investimento pode não justificar o resultado.

6. Não desista no primeiro “não”
As recusas dos fornecedores não significam necessariamente um “não” definitivo. Aceitar a primeira resposta negativa em uma negociação é um erro. Se você repetir sua proposta e suas exigências várias vezes, o fornecedor pode acabar cedendo. Convencer o vendedor de que a transação depende do preço vai garantir um bom negócio para você e para sua empresa.

7. Evite reuniões fora da empresa
Reuniões externas demandam um gasto na maior parte das vezes desnecessário. Além disso, afastam funcionários das atividades mais produtivas.

Adaptação do blog Saia do Lugar.

Organização dos Cabos de Energia

Se você está lendo este artigo com certeza está tendo problemas para organizar seus cabos ou quer melhorar essa organização de um modo mais fácil. Pois bem, se você é obcecado por arrumar cabos e fixá-los, para que não se embaracem, os designers Ji Eun Lee, Yi-Seo Hyeon, Heo-Hyeoksu e Jeong Minhui pretendem acabar com essa zona. Eles acabaram de obter financiamento (e poder de lobby) para construir um tipo de cabo que tenta evitar o embaraçamento dos fios. O cabo possui uma espécie de bloco que permite que ele se encaixe, assim como ocorre com os brinquedos LEGO.



Mas não, esses cabos não vão ser patrocinados pela LEGO. . Contudo, a adoção do novo sistema, deverá esbarrar nos interesses dos fabricantes, que terão que se adaptar ao projeto.

Quem precisa disso? Eu preciso, e compraria.. e vcs?

Um abraço.

Post adaptado do Guanabara.Info.

Ego, um inimigo?

Ego. Fala-se muito do ego e também critica-se muito por conta do ego. Minha intenção nesse texto está longe de entrar em conceitos e explicações técnicas. Porém, há um ponto que é importante ter em mente desde já: não estou usando o termo no sentido psicanalítico, mas no senso comum mesmo, como sendo a fixação a uma identidade e seus mecanismos de defesa, orgulho, culpa etc.

Esse texto tem sim a intenção de fazer com que aconteça ai dentro uma reflexão. Eu lanço a dúvida e vocês respondem por conta própria.

Pensem em como as mais diversas invenções humanas tiveram e ainda têm muitas utilidades, para o bem ou para o mal. Armas de fogo, que hoje matam. Carros, que hoje matam. Facas para os churrascos de domingos, que hoje também matam. Do mesmo modo, a influência que seu ego exercerá sobre você vai depender de como você o trata e o encara. Caso não consiga domar a fera, ele se apresenta como seu inimigo.


O ego como inimigo profissional

Não estou falando do já conhecido pensamento de que a arrogância vai te detonar dentro de uma empresa, mas sim de como as suas inseguranças podem ser deliciosamente confortadas pelos elogios, muitas vezes repletos de segundas intenções.

Todos nós somos vendedores. Alguns vendem produtos, outros ideias, outros vendem causas. Para isso existe, dentre vários, um modelo de venda – se assim posso chamar – que ganhou minha atenção: o modelo do castelo. Nós somos feitos de inseguranças e daquilo que mais damos valor – muitas vezes sem deixar explícito. Isso que nós damos mais valor e não deixamos explícito é o nosso castelo. Pode não parecer, mas todo castelo é feito de cartas. Ou de areia.

Portanto, assim que superiores e chefes mal intencionados notarem uma insegurança habitando o castelo do “reconhecimento a toda hora”, por exemplo, os elogios brotam de maneira excessivamente assustadora.
“Você tem sido uma peça fundamental dentro dessa empresa, com uma capacidade incrível de se diferenciar do restante!”

Todos já ouviram algo do tipo, mas quantos analisaram o que de fato foi realmente feito no sentido de “se diferenciar do restante…”?

Os elogios por si só não são problemas e nem apresentam ameaças. O problema começa quando chegam os pedidos e as solicitações vindas depois dos elogios. Seria mais ou menos um: “Eu te elogiei, você é foda, agora preciso que faça isso pra mim…”. Ética, moral, profissionalismo, enfim, muitas vezes são deixados para trás quando existem interesses maiores em jogo.

O ego, quando não tido com cuidado, causa cegueira. Uma vez cegas, as pessoas vão para onde são levadas, sem reais questionamentos e análises.

O ego como inimigo pessoal

O ego vai se transformar em inimigo pessoal quando limitar e bloquear qualquer atitude que seja autêntica e verdadeira de qualquer pessoa.

Você provavelmente já esteve em uma mesa de bar ou em uma reunião informal qualquer onde uma pessoa se passa por “melhor que todos” a noite toda. Conhece todos, sabe de tudo e tem a vida que o pessoal aí fora sonha em ter. Ela é referência em todos os tipos de assuntos (para si mesma, claro).

Essa é uma situação onde o ego se transforma em inimigo pessoal, já que a cegueira não vai deixar enxergar o quanto aquilo não é um diálogo saudável. É chato, é pedante, é meio que “Pelo amor de Deus, eu preciso da aprovação de alguém”.

Outra situação em que o lado obscuro do ego grita “Oi, estou aqui!” é quando a autoconfiança vem sem o restante da fórmula: a humildade.

Já vi cenas onde o equilíbrio foi pro saco e as coisas deram errado. Já vi pessoas cantando a vitória, sem ao menos olhar para frente. Você provavelmente também já viu algo parecido. Veja esse vídeo como uma metáfora desse processo e dê quanta risada quiser:







Esse feito aconteceu em um jogo turco e ilustra melhor o que venho chamando de cegueira ao longo do texto. É literalmente uma cegueira. Não que a pessoa não consiga ver, mas na verdade não quer ver.
O mundinho do ego e a imensidão da realidade.

Um dos problemas, é que ego em excesso prejudica. Mas como então trabalhar isso, dia após dia, para que se tenha um certo controle?

Quer um conselho, siga o seguinte: sempre que você estiver enfrentando um problema sério, pare e imagine o que aquilo significa para o universo, e o quão grande é realmente o seu problema. Chega a ser engraçado o resultado desse pensamento. Engraçado porque a consciência bate e fica claro que aquilo pode sim ser enfrentado, e que acaba sendo mínimo se comparado a tudo isso que nos cerca.

Comecei a entender que esse pensamento não serve somente para problemas, mas também para as vitórias. Assim que vencer algo, chegar a um objetivo, comemore, faça o que der na cabeça, mas saiba que aquilo é a comemoração de uma fase, de uma conquista, e que amanhã novos desafios virão. Desse jeito, evita-se a cegueira.

Se quiser ver isso de maneira mais clara, veja este vídeo abaixo:







E agora o que suas grandes decisões significam para o universo? Quão grande é realmente os seus problemas?

Um post adaptado do blog Papo de Homem.