Vivo cria clipe para “Eduardo & Mônica” em campanha do Dia dos Namorados

Há alguns dias, surgiram boatos de que estavam filmando um longa-metragem baseado no clássico“Eduardo & Mônica” do Legião Urbana, música que completa 25 anos em 2011.

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A produção é na verdade a campanha da Vivo para o Dia dos Namorados, celebrando “a história de amor mais cantada do Brasil”.

Dirigido por Nando Olival, o filme de 4 minutos é como um clipe – que nunca existiu – para a música, contando exatamente a jornada do casal mais famoso da música brasileira.

Com duração de quatro minutos, a peça foi criada para internet e promete ser a produção mais cara deste ano, repetindo o feito de “Pelé 1.284”, criado pela Y&R também para Vivo, em 2010, ano de Copa do Mundo e comemoração dos 70 anos do ex-jogador.

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"Esse tipo de investimento mostra o poder da internet. No ano passado, nós aproveitamos a comemoração do Pelé, mas, em 2011, achamos que essa história [música] tem tudo a ver com amor, conexão e transformação, por isso que a gente produziu esse conteúdo. É a nossa estratégia: a gente divulga o filme na internet e se ele tiver muito sucesso a gente leva para televisão, que ainda é um meio muito importante no Brasil", conta a diretora de imagem e conteúdo da Vivo, Cristina Duclos.

O filme, produzido pela O2, estréia nesta quarta-feira (8) nas páginas da marca no Facebook e no Youtube, e será veiculado em salas de cinema das capitais brasileiras entre os dias 10 e 16 de junho, na semana do Dia dos Namorados. A versão 2.0 da música contextualiza o cenário atual e como as pessoas utilizam a conexão para se aproximar, através de tablets e celulares.

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No Facebook, foram criados os perfis de Eduardo e Mônica que funcionarão como uma espécie de making of da campanha, publicando as fotos de bastidores que cada um dos atores tirou durante as filmagens.

Pra quem cresceu ouvindo Legião Urbana, é difícil não se arrepiar com o filme, que pra mim é a melhor coisa que a Vivo já fez desde a sua fundação em 2003. Uma aposta certeira em conteúdo com significado para falar de conexão e relacionamentos.

Assista ao clipe:

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Este post é uma adaptação do Brainstorm9 e Exame.

Como fazer funcionários lentos trabalharem mais rápido

A produtividade da equipe é algo que interfere diretamente nos resultados de uma empresa. Quando as coisas são bem feitas e dentro dos prazos, os negócios prosperam. Caso contrário, os clientes tendem a ir embora. Mas o que fazer se você tem funcionários que são muito lentos? Isso pode ser mais comum do que você imagina. Por isso, Mike Michalowicz, autor do livro The Toilet Paper Entrepreneur, aponta quatro dicas para acelerar aquele trabalhador um pouco mais devagar.
Para conhecer melhor o autor das dicas abaixo, Michalowicz abriu seu primeiro negócio aos 24 anos. Fez dele uma empresa milionária. Depois fez isso de novo. E de novo. Ele construiu três empresas com faturamentos milionários. Hoje, é presidente da Obsidian Launch, especializada em otimizar a eficácia de websites, e colunista de pequenas empresas do The Wall Street Journal.
Veja, a seguir, as quatro dicas.
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Limite as opções
Em uma determinada tarefa, quanto menos opções você der a um funcionário, mais fácil ficará para ele tomar uma decisão. Mas não exagere. Dar apenas uma opção é muito ditatorial da sua parte e pode ter o efeito contrário. O funcionário pode agir até mais lentamente, como retaliação. Uma boa regra é dar três opções. Isso dará ao trabalhador a liberdade de escolha, o que é motivador, mas, ao mesmo tempo, deve originar uma decisão rápida.
Dê prazos intermediários
Se o projeto tem que ser entregue no final do mês, por exemplo, quebre esse prazo em quatro limites de datas anteriores. Peça para que o funcionário lhe entregue partes do projeto a cada semana, isso dará a ele a sensação de imediatismo, de que é preciso fazer algumas coisas antes do fim do mês. Isso costuma fazer as pessoas trabalharem mais rapidamente.
Deixe claras as suas expectativas
Quando o funcionário entende claramente o que se espera dele, costuma ficar mais confiante. Isso porque ele verá que você confia nas habilidades dele para executar aquele trabalho. Assim, vai tocar o projeto com rapidez.
Entenda os motivos
Você contratou uma pessoa que parecia ser ótima, mas ela está fazendo os trabalhos muito vagarosamente. Procure entender o motivo. Às vezes, o funcionário pode não render o suficiente se ele não tem todas as ferramentas necessárias para fazer determinada tarefa. Ou então ele pode não ter recebido as instruções adequadas. Entendendo a causa, fica mais fácil solucionar o problema.

Dez dicas para ser mais produtivo

Para ajudar você a trabalhar mais rápido, ou para você orientar seus funcionário a trabalharem mais rápido, temos dez dicas para vocês administrar melhor seu tempo e suas prioridades no dia a dia de trabalho.
Cuidar do físico – Procurar se manter em forma, ter boa alimentação e não descuidar do repouso e lazer.
Controlar o emocional – Para isso, deve-se cultivar o pensamento positivo, sem deixar que seu lado reativo e primitivo, que todos têm, influencie na realização de tarefas e a tomada de decisões.
Manter foco na tarefa – O objetivo é ter a capacidade de se concentrar em uma coisa de cada vez, já que as pessoas podem melhorar as aptidões multitarefas, mas nunca serão tão boas quanto fazendo uma coisa de cada vez.
Definir um objetivo – É manter um propósito em suas ações, pois quando uma tarefa passa a ser algo importante, é preciso aplicar muito mais energia em sua execução.
Trabalhar com ritmo – Assim como atletas, saber balancear esforço e repouso, ou consumo e reposição de energias. Para isso, é sugerido fazer refeições pequenas, várias vezes por dia, e até uma pausa para se recuperar após 90 minutos de trabalho intenso constante. Os especialistas defendem que até dormir um pouco nessa pausa aumenta a produtividade.
Começar pelo mais difícil – Se a tarefa mais complicada for atacada pela manhã, o profissional estará mais descansado e menos distraído e poderá ter um desempenho melhor.
Colocar tudo no papel – Fazer listas de tudo que tem para fazer e também das ideias que tem, definindo qual o resultado que gostaria de obter e qual a próxima ação para avançar. O objetivo é tirar tudo da cabeça e conseguir organizar. De acordo com os autores, a cabeça é para ter ideias e não para armazená-las.
Seguir um ritual – Quando as ações passam a ser rotineiras, as decisões deixam de ser influenciadas pela disposição do profissional, o jeito como está se sentindo, ou por seu ânimo.
Disciplinar a leitura de emails – Os especialistas apontam a checagem constante da caixa de entrada como um perturbador da rotina. Isso porque o profissional pode estar fazendo uma tarefa importante e vai se distrair ao ler uma mensagem. Depois, demora para retomar a concentração no que estava fazendo.
Transformar tarefas em ações – A dica é desmembrar grandes metas da lista de coisas para fazer em pequenas ações, em coisas menores que podem parecer mais fáceis. De preferência com verbos em cada item da lista.


Fizemos um post específico sobre aumento de produtividade, utilizando a metodologia ZTD, veja este post, Aumentando a sua produtividade com ZTD – Zen to Done é veja o vídeo abaixo.


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Este post é uma adaptação do Papo de Empreendedor e Blog Grupo Foco.

Os tipos mais chatos de colegas de trabalho e como lidar com eles

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Não tem jeito. A menos que você tenha sido o escolhido para cuidar daquela paradisíaca ilha australiana, terá que conviver com algumas (ás vezes muitas) pessoas no seu local de trabalho. Poucos são os sortudos que fazem parte de equipes afinadas, que se complementam perfeitamente e mais parecem uma família. Geralmente rola um stress, seja por causa do volume de trabalho ou por causa de mera incompatibilidade de gênios. Não adianta, por mais que você goste e seja amigo do colega ao seu lado, uma hora vai se irritar com ele. Vamos pensar um pouquinho sobre os diversos tipos de colegas chatos e como lidar com eles?

O Folgado

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É aquele que faz cara de ocupado, mas passa o dia inteiro no MSN combinando festa com os amigos. Na hora das reuniões, tenta levar crédito pelo trabalho de todo mundo e irrita profundamente. Mas como o cara é parceiro de cerveja no final de semana, o povo acaba relevando. Solução: chama o cara para o trabalho. Pede ajuda, envolve a criatura nas atividades realizadas. E se não adiantar, chama o chefe.

O Olheiro

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Esse tipo está o tempo todo andando pela empresa. Sabe onde todo mundo está e o que está fazendo. Quem já terminou o trabalho, quem ainda tem pendências, quantas vezes cada um foi no banheiro ou tomar café. Cuida da vida e do trabalho de todos enquanto o dele se acúmula em cima da mesa. Passa tanto tempo preocupado com o trabalho dos outros que nunca tem tempo pra fazer o seu.

O Fofoqueiro

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Apesar de levarmos sempre a fama, os homens são igualmente (ou até mais) fofoqueiros. Em todo lugar tem aquela pessoa que gosta de comentar a vida de todo mundo, e nem sempre de uma maneira legal. A maldade destilada atinge desde o nosso desempenho no trabalho até a nossa vida pessoal. Para uma criatura assim, só há uma coisa possível a ser feita: manter distância. Muita distância. Mesmo que tenhamos muita curiosidade para saber o que está acontecendo na vida de todo mundo, a próxima vítima pode ser você.

O Reclamão

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O cara passa o dia se lamentando: as pessoas são chatas, o trabalho é insuportável, a vida é uma merda. Meia hora ouvindo aquilo ali e parece que você está carregando o mundo nas costas, de tão negativa que é a sua energia. Solução: educadamente, sugira ao colega que procure uma atividade que lhe dê mais prazer. E ao chegar em casa, não esqueça de tomar um banho com sal grosso.

O Metódico

O cara tem o jeito dele de trabalhar e de fazer as coisas. Ele já tem na cabeça dele qual é o jeito “certo” de realizar determinadas tarefas e se você não faz do jeito DELE você está fazendo tudo errado, ainda que no final o resultado seja exatamente o mesmo.

O Nervoso

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Nunca está satisfeito com nada. Sempre com os nervos a flor da pele, explode por tudo. Vê defeito em tudo, reclama, reclama, mas nunca apresenta uma solução. Chega na empresa reclamando e vai embora reclamando.

O Ambicioso

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Esse só pensa em subir na vida. Puxa o saco dos superiores, tenta levar crédito por tudo de bom que o setor produz e não tem o menor pudor em puxar o tapete dos outros. Esse tipo é mais comum que a gente pensa. Desconfie de gente muito boazinha e simpática. Abra o olho, não compartilhe suas idéias e acredite que terá sucesso mesmo sem se submeter a esse tipo de coisa. Mas não deixe de aprender uma coisa fundamental com essa figura: a vender o seu peixe. Propaganda é a alma do negócio, em qualquer negócio.

O Perseguido

Está o tempo todo falando em complôs. Acha que vai ser mandado embora a qualquer momento. Se você passou por ele logo de manhã e não falou “Bom dia” com um sorriso enorme no rosto ele já acha que você está bravo com ele, ou que você está sabendo de algo relacionado à sua demissão.

O Palhaço

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É difícil não identificar alguém que você conhece nessa categoria. Esse é a alma da festa, e a alegria do escritório. Sempre fazendo brincadeiras e animando o ambiente, ele alivia as tensões de um dia puxado no trabalho. Mas cuidado para não se contagiar com o espírito alegre do palhaço e deixar suas atividades de lado para contar piadas. Tudo tem hora.

O Capachão

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Quem lembra do Capachildo Capachão da TV Colosso? “– Oh, magnânimo chefinho.”

É impossível não dizer que um dos tipos mais irritantes são os puxa-saco. Se o chefe for pra praia o cidadão é capaz de morrer afogado. Se tirar uma radiografia, certeza que aquele seu colega de trabalho aparecerá pendurado. Afinal, quem precisa de personalidade se tem um saco pra puxar?

Haja paciência com esse  tipo! Pior que o puxa-saco só mesmo o chefe que gosta do puxa-saco.

O “Bonzinho”

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Sabe aquela pessoa que está o tempo todo sorrindo, te chamando de “amiga”, cheia de abraços e beijinhos e carinhos, te trata como a pessoa mais querida do mundo, mas está preparando a sua cama e não perde a oportunidade de, nas suas costas, claro, apontar seus defeitos para os outros? Pois é!  Tenho tanto trauma desse tipo que não confio em gente “AI AMIGAA” demais.

Vocês conhecem mais algum tipo? E como lidar com eles? Comentem e nos acompanhem no Twitter, RSS e Facebook.

Este post é uma adaptação do Diva Diz e Tramado por Mulheres.

É possível "queimar" um currículo?

Nesse final de semana, em um compromisso social onde estava presente, eu ouvi um interessante comentário a respeito de currículos de um profissional da área de design. Ele falava a respeito de problemas com candidatos que ficaram pouco tempo em várias empresas diferentes e começamos a debater sobre o assunto. Trago aqui uma postagem minha com base nisso.

Afinal de contas, é possível "queimar" um currículo? Estragar ele com várias experiências profissionais de pouca duração? Mas e quanto aos profissionais que passaram por várias empresas "azaradas" e tiveram seus departamentos desfeitos ou transferidos de cidade/estado e não puderam ir?

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Um currículo não "se queima". O profissional é que dá um rumo errado à sua carreira, na maioria das vezes. Então vamos ao tópicos da questão.

Carreira sem rumo

Sabemos todos que vivem em um país com muitas dificuldades sociais e econômicas, principalmente. Aliado a isso, temos um mercado de trabalho muito delicado que ao mesmo tempo pede mão-de-obra qualificada, mas algumas vezes não dá condições de trabalho suficientes para que o trabalhador se qualifique: pouco tempo livre, trabalho pesado, sobrecarga de trabalho, horários não flexíveis, colegas de trabalho que não fazem nada e assim por diante.

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Porém isso nunca pode ser "desculpa" para não se qualificar. Cursos, escola, faculdade, seminários, workshops, tudo conta. Dar um rumo à carreira também pode significar agarrar as poucas chances que temos na vida. Afinal... Mais vale um pássaro na mão que dois voando, já diz a sabedoria popular.

Além disso temos muitos profissionais que simplesmente não sabem o que querem fazer, pois estão sempre perseguindo o sonho do trabalho perfeito (o quero fazer apenas o que eu gosto).

Pouco tempo nas empresas

Como dito na introdução desta postagem, falta de sorte existe. Porém, não se pode deixar abater por isso. O tempo que você fica "parado", ou seja, desempregado, conta também. Enquanto estiver trabalhando, procure sempre estar antenado com o mercado de trabalho através da internet, de jornais, da TV e assim por diante.

Temos também aqueles profissionais que trocam de empresa como trocam de roupa. Uma troca de empresa pode ser analisado como experiências profissionais, mas quando esta mudança de empresas é muito grande pode realmente queimar o curriculo

O segredo para se dar bem

Existe algum segredinho para se dar bem com um currículo assim? Sim, existe! O segredo é a entrevista! Pessoas que não tem um currículo tão bom, porém que sabem falar, se comportar e medir seu vocabulário quase sempre acabam por serem contratadas.

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Veja nos 2 post a seguir algumas dicas para entrevista que já postamos aqui no blog, As 11 perguntas mais frequentes numa entrevista de emprego e também As dez perguntas mais comuns nas entrevistas de emprego.

Não basta tem um bom currículo ou currículo mediano. Aquela velha expressar de "saber vender seu peixe" vale muito na entrevista, mas também não é tudo, ter um bom currículo também conta. Muitas vezes o seu conceito de profissionalismo com o recrutador aumenta - e muito - quando você vai bem na entrevista. Invista em você mesmo!

As redes sociais podem queimar seu filme; saiba evitar!

Dependendo do ramo de atuação de um profissional da área de tecnologia, não se pergunta se ele está em alguma rede social, mas sim de quantas comunidades virtuais ele participa. E num cenário de massificação do acesso a banda larga no Brasil, as consultorias de recrutamento têm investido numa nova forma- simples e barata – de avaliar o candidato a uma vaga: fuçar em seu perfil virtual.

É um mal necessário. Se você está, precisa tomar cuidado para não “queimar o seu filme” com a empresa. Se você não está, pode ser visto como um futuro anti-social low-tech na companhia, coisa que ninguém quer. Então, como se portar diante das muitas opções que as redes sociais oferecem?

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Segundo o consultor Vladimir Valladares, da V2 Consulting, as armadilhas estão espalhadas por toda a rede e as pessoas que estão pleiteando vagas devem ficar atentas. Ele lembra que se o candidato tiver fotos comprometedoras ou mesmo pertencer a comunidades que vão contra os princípios da empresa, provavelmente ele será descartado.

Veja, agora, quais são as 7 dicas para não queimar seu filme em redes como orkut, LinkedIn e Facebook, publicada numa reportagem assinada por Max Gonzales, editor de TI da revista INFO:

1.Saia bem na foto

Se você vai usar a rede para encontrar emprego, esqueça qualquer tipo de foto comprometedora. Poses ridículas, vulgaridades e bebedeiras podem liqüidar suas chances de cara.

2. Eu odeio…

Você contrataria um membro da comunidade “Odeio meu chefe”? Percebe o vacilo? Deixe as opiniões polêmicas e exaltações de ódio para a mesa do happy hour.

3. Assaltaram a gramática!

Como num currículo, seu perfil deve ter linguagem impecável — sem erros de português ou de outra língua, se for o caso. Na dúvida, peça ajuda para revisar o texto.

4. Fique na sua

Não queira ser amigo de quem nem sabe que você existe. Como na vida real, peça para ser apresentado e tenha um bom motivo profissional.

5. Meu defeito é ser perfeito

A propaganda é a alma do negócio. Mas não exagere ao descrever suas qualidades, nem invente. Na web, a mentira tem pernas bem mais curtas.

6. Vote em mim!

Pega mal (e muito) ficar pedindo para os seus contatos escreverem recomendações e depoimentos. Deixe a iniciativa a critério deles.

7. Spammer, eu?

Nas redes sociais, mandar mensagens em massa é tentador. Mas só envie algo a quem realmente pode se interessar.

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Este post é uma adaptação do Emprego Virtual e do Blog Kombo.

Maior ilha flutuante do Mundo

A capital sul-coreana alberga a maior ilha artificial flutuante do mundo. A construção do rio Han foi inaugurada recentemente. Trata-se de um conjunto de três edifícios interligados, projetados para acolher concertos, convenções, exposições, restaurantes e outros espaços de negócio e de lazer. As autoridades esperam que a ilha se torne uma atração para os sul-coreanos e para os turistas estrangeiros.

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O projeto resultou duma parceria público-privada, orçada em cerca de 60 milhões de euros, e é o coração do plano de renascimento do rio.

Choi Heung-Soon, do Governo Metropolitano de Seul: “As margens do rio foram desenvolvidas com projetos residenciais e o rio era apenas algo para onde se olhava. Agora, com a ilha flutuante, podemos verdadeiramente usufruir do rio e criar uma nova cultura.”

O rio Han foi durante muito tempo um elemento essencial na vida de Seul. Mas nas últimas décadas os habitantes e as autoridades da capital sul-coreana viraram-lhe as costas. Agora pretendem inverter a situação e estão a ser desenvolvidos inúmeros projetos, dentro e fora de água.

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Das pranchas dos arquitetos até à inauguração foram necessários muitos meses de trabalho e enfrentar um grande desafio: manter a estrutura a flutuar e criar um conjunto amigo do ambiente. O responsável pelo projeto confessa que foi preciso inventar tecnologias revolucionárias para evitar qualquer tipo de risco.

Choy Won-cheol, Daewoo Engineering & Construction: “O rio Han atinge os 16 metros de altura durante as cheias de Verão, quando sobe o nível das águas. Claro que durante as cheias a ilha deve permanecer a flutuar, o que requer uma tecnologia bastante complexa. O conjunto pesa quase 4 mil toneladas.”

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Um sistema de vigilância permanente controla os movimentos do conjunto, e se um dos elementos se afasta um metro da posição original é acionado um mecanismo para o recolocar no seu lugar. Existem outras ilhas artificiais no mundo mas esta é a maior, a mais complexa e a única a repousar num sistema de bóias

Com este projeto a Coréia do Sul sonha poder acolher grandes eventos mundiais, embora a competição entre países seja enorme.

Jo Deokhyun, da organização sul-coreana de turismo: “Não existe nada como a ilha flutuante no rio Han onde se possa receber encontros internacionais e convenções, apesar de este ser um dos locais mais populares entre os coreanos e os visitantes estrangeiros.”

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A ilha pode receber milhares de pessoas. O centro de conferências, por exemplo, tem uma capacidade de 700 lugares. E o interesse que suscita estende-se aos turistas estrangeiros.

Quando chega o pôr-do-sol, a magia das luzes entra em ação A ilha flutuante situa-se perto de outra atração de Seul, o espetáculo de água e luz na ponte Banpo. Apesar do conjunto já ter sido inaugurado, ainda há muito trabalho para terminar o complexo. A ilha deve estar completamente operacional em Setembro.

Veja os vídeo mostrando a construção da ilha.

Isso sim é tecnologia, será que faremos algo assim para a Copa 2014? Comentem e nos acompanhem no Twitter, RSS e Facebook.

Este post é uma adaptação do Euro News.

Curador de Conteúdos

O que é a curadoria de conteúdo (content curation) e porque é tão importante para o futuro dos editores online? O curador de conteúdos digitais é o novo papel fundamental na cadeia da criação e distribuição de conteúdo online. Em um mundo submerso por um dilúvio de informações, os content curators podem promover nos próximos meses e anos, um serviço extremamente valioso para aqueles que procuram informação online de qualidade: uma seleção pessoal de conteúdo da melhor qualidade e recursos sobre um tópico muito específico.

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Em outras palavras, o curador de conteúdo é alguém que "continuamente" encontra, agrupa, organiza e compartilha o melhor e mais relevante conteúdo online sobre um tópico específico." O componente mais importante deste trabalho é a própria palavra "continuamente". No mundo da internet em tempo real, isso é crítico.

A web deve se tornar mais útil e relevante novamente (como nos velhos tempos, onde existiam apenas alguns sites) e editores especializados intermediários devem recolher, filtrar e distribuir informações relevantes sobre nichos de interesse específico.

Dominar a técnica de criar compilações de conteúdos orientados para um nicho é de fato uma das principais estratégias que podem adotar os editores online para oferecer mais valor, mesmo cobrando por isso, para aqueles aqueles que se interessam.

Em um mundo em que a atenção tornou-se tão escassa a ponto de se transformar em uma valiosa moeda, onde as informações sobre um tema específico exigem mais tempo e dedicação para serem encontradas, o valor de quem tem a capacidade de organizar, selecionar, compilar e editar informações mais valiosas sobre qualquer assunto é imensurável.

O Fluxo da Criação do Conteúdo

A cada momento, milhares de novos vídeos são enviados para a internet. Posts em blogs são escritos e publicados. Milhões de tweets e outros tipos de mensagens curtas são compartilhadas.

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Dizer que há um fluxo de conteúdo online sendo criado agora é uma declaração muito séria.

Até agora, o interessante é que poucas tecnologias ou ferramentas foram utilizadas em toda a gestão deste fenômeno. Temos basicamente a busca algorítmica, com o Google (e outros motores de busca), como o exemplo mais óbvio disso.

O social bookmarking e as notícias sociais já estão aqui há um tempo atrás (ou seja - sites como o Digg ou o delicious), e os novos modelos de agregação de conteúdo, surgem para nos ajudar a navegar por todo este conteúdo também. A verdadeira pergunta é se estas soluções serão adequadas.

Segundo algumas estimativas, em apenas alguns anos chegaremos a um ponto onde todas as informações na internet vão dobrar de quantidade em apenas 72 horas. Duas vezes. Não consigo mais pensar em metáforas que possam descrever a magnitude dessa criação de conteúdo. O resultado previsível disso é que as marcas começam a se concentrar na criação de conteúdo quando começam a analisar os meios de comunicação social.

O que faz o Content Curator?

Um curador de conteúdo é alguém que sempre encontra, reúne, organiza e compartilha o melhor e mais relevante conteúdo online de um assunto específico. O componente mais importante deste trabalho é a palavra "continuamente." No mundo da internet em tempo real, isso é crítico.

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Se olharmos quantas pessoas usam suas contas do Twitter para destacar trechos interessantes de conteúdo que encontram, ou como os usuários tem utilizado as tags no del.icio.us para compartilhar conteúdo desse site há anos, entendo que essa ideia tem crescido continuamente de modo orgânico.

Na tentativa de oferecer mais que uma visão de alguém que poderia desempenhar esse papel, aqui está a minha contribuição em um manifesto sobre o curador de conteúdo.

O Manifesto do Curador de Conteúdos

Em um futuro próximo, os especialistas prevêem que o conteúdo web dobrará em quantidade a cada 72 horas.

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A análise individual de um algoritmo não será mais suficiente para encontrar o que se deseja. Para saciar a fome das pessoas por um bom conteúdo sobre todos os tópicos que se possam imaginar, deve haver uma nova categoria de trabalho individual online.

Uma pessoa cujo trabalho não seja criar mais conteúdo, mas dar sentido a todo o conteúdo criado por outros. Para encontrar o melhor e mais relevante conteúdo e levá-lo adiante. As pessoas que optarem por assumir esse papel serão conhecidos como curadores de conteúdo.

No futuro, a web social será conduzida pelos content curators, que coletam os conteúdos, compartilham com os demais e os editores assumem o papel de cidadãos, publicando coletâneas com conteúdo de alto valor criado por outros.

Com o tempo, esses curadores trazem mais utilidade e finalidade para a web social. Desta forma, ajudam você a adicionar uma voz e perspectiva às organizações e empresas que podem se conectar com seus clientes - a criação de um diálogo inteiramente novo com base no conteúdo de valor e não apenas em mensagens de marketing criadas para promover uma marca.

E vocês acham que o Gerente Bem Informado é um curador de conteúdos? O que vocês acham sobre os curadores de conteúdo? Comentem e nos acompanhem no Twitter, RSS e Facebook.

Este post é uma adaptação do Master New Media.

Reunião: quando saber se está atrapalhando

Quando um e-mail com o assunto “reunião” aparece na caixa de entrada dos profissionais, ele pode provocar diversas reações, pois se alguns vêem esses encontros como um dos meios para resolver pendências, outros os consideram interrupções desnecessárias na rotina de trabalho. E, no fim das contas, as reuniões podem ser de fato eficazes ou ineficientes, se o líder não souber perceber até que ponto elas atrapalham ou ajudam os colaboradoras.
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E para que serve uma reunião? Na avaliação das especialistas consultadas – a coordenadora de Consultoria da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Veridiana Germano, e a headhunter da De Bernt Entschev Human Capital, Ariadne Tomczak – as reuniões têm sim uma razão de ser, pois elas reúnem em um só momento todos aqueles que estão envolvidos em um só projeto. E nesse encontro tanto se discutem ideias como problemas.
Independentemente dos motivos, as reuniões devem ter um único fim: deixar claro a líderes e colaboradores quais os próximos passos a serem dados e manter, acima de qualquer questão, a motivação dos profissionais em dia. “As reuniões podem até aprimorar o desempenho dos profissionais”, avalia Veridiana. Mas isso só acontece com a ajuda do líder. E para ele saber se os encontros organizados por ele mesmo ajudam ou atrapalham, é preciso que tenha uma boa relação com os seus colaboradores e uma certa proximidade a ponto de saber como é a rotina de cada um.
“O líder consegue identificar isso com o resultado do trabalho dos colaboradores”, ressalta Ariadne. “Quando o rendimento aumenta, os resultados são atingidos, o clima entre os profissionais é bom, a reunião gera ideias e os colaboradores se envolvem é um sinal de que os encontros estão ajudando a equipe”, completa Veridiana. Por outro lado, as consequências opostas demonstram que, talvez, é hora de o líder mudar de estratégia. “Quando a espontaneidade do colaborador no encontro fica limitada algo pode estar errado”.

Entre erros e acertos

Fazer reuniões constantes para resolver pequenas pendências ou mesmo focar os encontros em cobranças e brigas pode não ser saudável e, além de prejudicar a rotina do colaborador, pode também desmotivá-lo. Para as especialistas, reuniões com o objetivo de cobrar e persistir em erros só atrapalham.
Reuniões de última hora, exceto em emergências, e aquelas que demoram horas e não resolvem nem discutem nada também só prejudicam os profissionais. Quebrar a rotina com encontros diários prejudica o rendimento do profissional, uma vez que há um intervalo de tempo para retomar as atividades que ele estava executando. Sem contar os contatos perdidos e os e-mails que se acumulam durante a ausência.
Convocar uma reunião sem ter anotado todos os pontos que devem ser mencionados e o foco que deve conduzir o encontro leva a um outro problema que atrapalha a rotina dos profissionais: a dispersão.

Reuniões eficientes

Para resolver os possíveis problemas que uma reunião pode causar na rotina do trabalho, as especialistas recomendam aos líderes alguns passos para que os encontros se tornem ferramentas eficientes. O primeiro deles é o planejamento. “A reunião pode ajudar quando ela é planejada e quando atende as reais necessidades da equipe”, atenta Veridiana. “Quando você planeja, com certeza, a reunião se torna mais eficiente”, considera Ariadne.
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Esse planejamento envolve, dentre outros aspectos, escolher o melhor dia e horário para o encontro, tendo em vista a rotina dos colaboradores – por isso conhecê-la é importante – e avisá-los com antecedência, para que eles também se planejem. Outro ponto que o líder deve atentar é sobre o objetivo e necessidade da reunião. Muitas vezes, o melhor é acumular os assuntos a serem tratados em uma única reunião, impedindo que se realize uma série de encontros que podem não gerar tantos resultados.
Anotar todos os pontos que devem ser tratados no encontro não basta. O gestor deve saber enunciá-los com clareza. “É muito importante que o líder passe a mensagem”, reforça Ariadne. Manter o foco nessa hora ajuda a otimizar o tempo. Selecionar os participantes da reunião também ajuda a torná-la eficiente. Dependendo do assunto, nem todos os colaboradores precisam participar do encontro.
Essa seleção também ajuda a diminuir a dispersão. Mas não é o fator suficiente. “Isso também dependerá da maturidade da equipe”, afirma a headhunter. Para ela, abrir espaço para a participação dos colaboradores nem sempre é necessário. Para Veridiana, essa possibilidade tem de existir, mas com cautela.
Estabelecer um tempo de início e fim e cumpri-lo é outro fator que contribui para que os impactos negativos da reunião na rotina dos colaboradores sejam minimizados. “O tempo de duração da reunião dependerá de quais são as pessoas envolvidas e o assunto a ser tratado. Se for um problema, por exemplo, uma hora é suficiente”, afirma Ariadne. Problemas rotineiros e assuntos de pouco impacto na equipe devem ser tratados no menor tempo possível. “Perceber o que demanda mais tempo cabe ao líder. Ele precisa estar atento a isso”, completa.

Reuniões improdutivas

As estatísticas mostram que o nível gerencial passa 50% de seu tempo em reuniões. Já a diretoria gasta ¾ de um dia de trabalho enclausurada em reunião. É muito tempo perdido. Quando afirmo que este “mal” nos seguirá até o final das nossas vidas, é por que acredito que há uma relação direta entre as reuniões improdutivas e o ser humano, isto mesmo, trata-se de uma característica comportamental organizacional. Duvida? Veja alguns motivos:
  • Olha como eu trabalho - Os gerentes usam as reuniões para mostrar que, efetivamente, estão trabalhando, tanto para subordinados quanto para níveis superiores.
  • Poder / Carência - Alguns usam as reuniões pelas falsas sensações de aceitação (característica simples de comportamentos de grupos), além de poder, principalmente quando assume a função de mediador ou quem tem a palavra.
  • Todos fazem mesmo - As reuniões são feitas simplesmente porque todo mundo faz. O motivo não interessa, se virou gerente é quase um pré-requisito.
  • Quem está na reta? - Reuniões servem para buscar, constantemente, culpados em todos os níveis e criar alianças.
  • Deixa para a próxima - A procrastinação também é um bom motivo, convoca-se uma reunião para marcar a outra e postergar a decisão, criando-se um ciclo sem fim.
Pesquisando mais sobre o tema descobri que, devido à insatisfação geral, empresas como Pão de Açúcar e Colgate estão contratando ou treinando mediadores de reunião. Estes profissionais têm conhecimento específico para liderar discussões, possuem técnicas de gestão do tempo e também são responsáveis por evitar que as pessoas cheguem à reunião sem saber a pauta, por manter o foco do debate e por garantir que todos saiam do encontro com atividades definidas. Vamos, então, aos possíveis remédios:
Remédios tarja vermelha

  • Defina claramente o tema - A literatura sobre a metodologia das reuniões recomenda que a agenda esteja previamente estabelecida e que todos os participantes tenham conhecimento dela.
  • Marque horário para começar e terminar - O término é mais importante que o início. Comece na hora mesmo que todos não estejam na reunião, pois isto forçará que os atrasados se apressem nas próximas.
  • Mantenha o número mínimo de pessoas - Reuniões grandes são mais improdutivas que menores. Se o processo de decisão envolver muitas pessoas, faça outros encontros com a mesma agenda.
  • Foque sempre - Se alguém estiver saindo do tema, não o corte. Agradeça a participação e explique gentilmente que não é o momento. Reunião deveria ser similar ao Twitter para que todos falassem suas ideias em 140 caracteres.
  • Desligue os celulares - Só atenda o telefone se for Deus ou o Presidente (não seria um sinônimo?)
Remédios tarja preta (uso controlado):
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  • Fique de pé - Ficar em pé gera um desconforto que serve como bom motivo para agilizar as decisões;
  • Fuja da sala de reunião - Autores norte-americanos e novos gestores da geração Y sugerem reuniões no corredor ou em local aberto (varanda ou saguão) para que os participantes fiquem expostos e não caiam na tentação de “empurrar as soluções com a barriga”. Alguns mais radicais cortam até água e café.
Parece simples, mas não é, requer disciplina e controle, principalmente de egos. Se você, assim como eu, se sente incomodado com estas discussões intermináveis, divulgue este tema na sua empresa. Caso não dê certo, tente acertar em cheio o bolso da sua empresa.

Fizemos um post específico sobre aumento de produtividade, utilizando a metodologia ZTD, veja este post, Aumentando a sua produtividade com ZTD – Zen to Done é veja o vídeo abaixo.

ZTD–Zen to Done

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Este post é uma adaptação do Noticia Web e do HSM - Negociação